
Porquê...
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Bares Hi-tech...
Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robô que pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- 150.
Então o robô serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí.
O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robô. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robô pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem responde:
- Deve ser uns 100.
Imediatamente o robô serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes.
O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára, pensa e resolve voltar e fazer mais um teste. Novamente o robô lhe pergunta:
- Qual o seu QI?
O homem disfarça e responde:
- Uns 20, eu acho!
Então o robô lhe serve-lhe uma pinga de tinto, inclina-se no balcão e diz bem pausadamente:
- E então meu, o nosso Benfica?
terça-feira, janeiro 06, 2009
Isto sim é amor...
Um ladrão entra com uma arma dentro de um banco e exige o dinheiro ao caixa.
Uma vez com o dinheiro na mão ele volta-se para um cliente e pergunta:
- Você viu-me a assaltar este banco?
- Sim, eu vi.
O ladrão dá-lhe um tiro, matando-o instantaneamente.
Depois volta-se para um casal parado a seu lado e pergunta ao homem:
- Você viu-me a assaltar este banco?
- Eu não, mas a minha mulher viu tudo, tudo, tudo.
Pequeníssima diferença geográfica...
VI N H O S
Mouton Rothschild
Consta, que certa noite, muitos anos atrás, um homem entrou com a namorada no restaurante Lucas Carton, em Paris, e pediu uma garrafa de 'Mouton Rothschild, safra de 1928. O sommelier, em vez de trazer a garrafa, para mostrar ao cliente traz o decanter de cristal cheio de vinho e depois de uma mesura, serve um pouco no cálice para o cliente provar. O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir os aromas, fecha os olhos e cheira o vinho. Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa o copo na mesa, comentando rispidamente: Isso aqui não é um Mouton de 1928 !!! O sommelier assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é. Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chef de cuisine e o gerente do hotel que tentam 'convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928. De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928. O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente, modestamente - e fui eu que fiz esse vinho. Consternação geral. O sommelier, então de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas explica seus motivos: Desculpe, mas não consegui suportar a idéia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante.Afinal o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na mesma época, a poda é a mesma, e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais,apenas com uma pequeníssima diferença geográfica. Rothschild então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o sommelier pelo braço e murmura-lhe ao ouvido:
- Quando voltar para casa esta noite, peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha duas regiões muito próximas do corpo dela e faça um teste de olfato. Você perceberá a diferença que pode haver numa pequeníssima diferença geográfica !!!
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Diferença entre noiva, casada e amante...
Três mulheres, uma noiva, uma casada e uma amante, decidiram fazer uma brincadeira: seduzir os seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos, botas de cano alto, pra depois dividir a experiência entre elas.
No dia seguinte, disse a noiva:
- Quando o meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos, olhou-me intensamente e disse: ' És a mulher da minha vida, eu amo-te'. E fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou a sua versão:
- Encontrei o meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, agarrou-me e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Então a casada contou sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga à empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos, e caprichei: capa preta, corpete de couro, bota com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Pra incrementar, comprei uma calcinha de Lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G!. Ainda apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando tudo.
Meu marido chegou, olhou-me de cima abaixo e disse:
Então, Batman, o que temos para o jantar?
Xenófoba do dia...
EUA enviam ajuda médica: 300 médicos e enfermeiros
Inglaterra envia ajuda para busca e salvamento: 150 militares com cães treinados
Portugal envia 3.000 brasileiros para repor o stock!
terça-feira, dezembro 23, 2008
Curiosidades...
Napoleão Bonaparte, durante as suas batalhas usava sempre uma camisa de cor vermelha.
Para ele era importante porque, se fosse ferido, na sua camisa vermelha não se notaria o sangue e os seus soldados não se preocupariam e como tal não deixariam de lutar.
Toda uma prova de honra e valor...
Duzentos anos mais tarde, Sócrates usa sempre calças castanhas...
Do you speak english...
- Do you speak English?
- Yes!
- Name?
- Abdul al-Rhazib.
- Sex?
- Three to five times a week.
- No, no... I mean male or female?
- Yes, male, female, sometimes camel.
- Holy cow!
- Yes, cow, sheep, animals in general.
- But isn't that hostile?
- Horse style, doggy style, any style!
- Oh dear!
- No, no! Deer (veado) runs too fast.
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Presente de Natal Alentejano...
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli.
Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim
- Então feliz natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
sexta-feira, dezembro 19, 2008
O Tapete Turco...
- São 400,00 reais, responde o turco.
- Mas moço, eu só tenho 300,00. Vende por 300,00, vai!?
- Não tem como, moça. Esse tapete me custou quase isso!
- Ah! Moço! Vende pra mim?
- Não posso...
E apesar da longa choradeira da menina o turco não baixou o preço, mas fez uma proposta para a moça:
- Se você agüentar uma 'trepada' em cima desse tapete, pode levar ele de graça.
- O que? Trepar? O sr. quer dizer, fazer sexo?
- Exatamente! Se você der pra mim em cima do tapete, ele é seu de graça, mas com uma condição: NÃO PODE PEIDAR!
- Tá bom, eu topo. Eu quero muito esse tapete.
O turco foi lá fora, deu uma olhada para os lados e fechou a porta da loja.
A gatinha já estava peladinha em cima do tapete. Quando o turco baixou as calças, apareceu um negócio que parecia uma tromba de elefante. A ponta quase batia no joelho do infeliz. Era bem dotado mesmo. A moça arregalou o olho, mas o negócio já estava combinado. O turco se posicionou sobre a garota e quando deu a primeira encostada com força, ela gemeu, suspirou e... peidou! Voltou pra casa chorando, desesperada, nada lhe consolava.
Contou a história para sua mãe.
- O que?! - disse a mãe - Eu vou lá e vou resolver isso. Vou trazer esse tapete. É uma questão de honra!
Foi até a loja. O turco fez a mesma proposta.
- Não pode peidar! Lembrou ele...
E foi só o turco encostar o 'mandiocão' que a mulher prendeu a respiração, mordeu o lábio e... peidou. Voltou pra casa chorando, lamentando, xingando o desgraçado. A vovó que ouviu toda a história disse que esse era um problema para ela resolver. E foi lá pra loja do turco. Após uma hora, mais ou menos, lá estava chegando a velha, carregando o tapete enrolado no ombro... A mãe e a filha, que haviam ficado em casa aguardando, fizeram a maior festa, pulavam alegremente e felizes perguntaram como ela havia conseguido. Ela respondeu:
- Consegui porra nenhuma! Tô trazendo só pra lavar. Me caguei toda!!!




































































